sábado, 17 de dezembro de 2011

Confia no Senhor de Todo o Teu Coração
Quando o reino de Israel foi dividido em 931 a.C., o futuro espiritual escureceu para ambas as metades da nação. Jeroboão, rei das tribos nortistas, levou Israel à adoração de seus bezerros de ouro em Dã e Betel e nomeou um sacerdócio diferente. De outro lado, sob a liderança de Roboão, "Fez Judá o que era mau perante o SENHOR; e, com os pecados que cometeu, o provocou a zelo, mais do que fizeram os seus pais" (1 Reis 14:22). Os sucessores destes monarcas foram igualmente péssimos. Tanto Nadabe, filho de Jeroboão, como Baasa, que organizou um golpe e exterminou a família de Jeroboão, continuaram a idolatria no reino do norte. Abias, filho de Roboão, pregou bem (2 Crônicas 13), mas na prática ele também conduziu Israel para longe do Senhor: "Andou em todos os pecados que seu pai havia cometido antes dele; e seu coração não foi perfeito para com o Senhor" (1 Reis 15:3).
Finalmente, uma luz brilhou. Asa, filho de Abias, voltou-se para Deus. "Asa fez o que era bom e reto perante o senhor, seu Deus. Porque aboliu os altares dos deuses estranhos e o culto nos altos, quebrou as colunas e cortou os postes-ídolos. Ordenou a Judá que buscasse ao Senhor, Deus de seus pais, e que observasse a lei e o mandamento" (2 Crônicas 14:2-4). As realizações espirituais de Asa foram muitas. Ele removeu os santuários dos ídolos e entrou em acordo com os homens de Judá e com os imigrantes de Israel para buscarem a Deus com todo o seu coração e alma. Com coragem e convicção especial ele até se opôs à rainha mãe Maaca, e a depôs por causa da horrenda imagem que ela tinha feito. Asa foi o primeiro foco brilhante entre os reis do reino dividido.
Uma das coisas impressionantes sobre Asa foi sua confiança no Senhor. Uma vez, Zerá, o etíope, veio batalhar contra Asa com um exército de um milhão de homens. O exército próprio de Asa contava com escassamente a metade disso. Muitos reis teriam imediatamente recorrido a algum esquema que tivessem maquinado para enfrentar o perigo, porém não Asa. "Clamou Asa ao Senhor, seu Deus, e disse: ...Senhor, nosso Deus, porque em ti confiamos e no teu nome viemos contra esta multidão. Senhor, tu és o nosso Deus, não prevaleça contra ti o homem" (2 Crônicas 14:11). Como resultado da confiança de Asa nele, o Senhor concedeu-lhe uma grande vitória e os etíopes fugiram.
A queda de Asa
Baasa, rei de Israel, percebeu que muitos dos cidadãos de seu país estavam desertando para Judá, para se juntarem ao renascimento espiritual iniciado por Asa. Por isso, ele invadiu Judá, capturou a cidade fronteiriça de Ramá, e fortificou-a como uma espécie de Muro de Berlim, para impedir o povo de ir e vir de Judá. Uma vez que Ramá ficava a apenas 7 ou 8 quilômetros distante de Jerusalém, a capital, Asa sentiu-se ameaçado. Parecia que Baasa estivesse fortificando a cidade para servir como ponto de partida para um ataque direto com a própria Judá. Asa entrou em pânico. Em vez de se voltar para o Senhor, ele enviou prata e ouro do templo e do palácio a Ben-Hadade, rei da Síria, para pedir-lhe que rompesse seu tratado com Baasa e o atacasse. Sua estratégia funcionou perfeitamente. Ben-Hadade invadiu alegremente Israel pelo norte e Baasa teve que retirar seus soldados de Ramá, na sua fronteira do sul, para enfrentar a ameaça. Asa desfez prontamente as fortificações de Ramá, terminando assim a crise.
Ainda que, às vezes, os planos dos homens "funcionem", eles nunca são os melhores. Deus enviou um profeta, Hanani, para repreender Asa. "Porquanto confiaste no rei da Síria e não confiaste no Senhor, teu Deus, o exército do rei da Síria escapou das tuas mãos. Acaso não foram os etíopes e os líbios grande exército, com muitíssimos carros e cavaleiros? Porém, tendo tu confiado no Senhor, ele os entregou nas tuas mãos. Porque, quanto ao Senhor, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele; nisto procedeste loucamente; por isso, desde agora, haverá guerras contra ti" (2 Crônicas 16:7-9). É sempre melhor confiar no Senhor. Quando não o fazemos e somos repreendidos, precisamos considerar a crítica e nos arrependermos. Asa, apesar de seu caráter notável durante muitos anos, não o fez. Ele simplesmente ficou furioso com Hanani e o prendeu. Mais tarde, recusou-se a voltar-se para o Senhor até mesmo quando contraiu uma grave doença no pé.
Aplicações
A confiança é fundamental em nossa relação com Deus; não há substitutos para  ela. Os muitos anos de destacado compromisso com Deus não puderam   evitar a ira do Senhor quando Asa confiou em si mesmo, e não nele. Conquanto o perigo que Asa enfrentou fosse formidável, ele não foi desculpado por fazer o tratado com Ben-Hadade. Ele deveria ter-se voltado para o Senhor. Sua reação, quando foi repreendido, piorou seu apuro; ele deveria ter-se arrependido humildemente. A fé é um elemento fundamental em nossa relação com Deus; sua importância é quase impossível de enfatizar excessivamente. Como aplicá-la em situações concretas em nossas vidas?
  • Enfrentando crises. Conforme enfrentamos várias crises, é fácil nos voltarmos para soluções humanas, em vez do Senhor. Crises financeiras podem levar-nos a desonestidade ou a sacrificar o Senhor pela carreira, em vez de nos voltarmos para ele para resolver o problema. Crises emocionais podem levar-nos a buscar soluções em drogas e em terapias humanistas, antes de levar os problemas ao Senhor. Crises familiares podem levar a aconselhamento baseado em pressuposições atéias, em vez de a um novo compromisso com a vontade de Deus. Crises físicas podem levar-nos a colocar nossa principal fé em médicos e medicamentos, em vez de colocá-la no Senhor. Deus pode usar médicos (Colossenses 4:14), mas todas as bênçãos, incluindo cura, no final, procedem do Senhor. "Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas" (Provérbios 3:5-6).

  • Convertendo os perdidos. Nossa principal missão, como a de Jesus, deve ser buscar e salvar os perdidos (Lucas 19:10). A maneira como buscamos cumprir esta tarefa prova nossa fé. Do ponto de vista bíblico, a semente é a palavra, e o poder para converter está no evangelho. Os cristãos do primeiro século convertiam os outros pregando Jesus Cristo e este crucificado (1 Coríntios 2:1-5). Uma abordagem tão simples referente ao evangelismo testa nossa confiança no Senhor. Não parece que possa conseguir resultados impressionantes. E, de fato, não consegue, em termos humanos. Ela apela apenas para uns poucos (Mateus 7:13-14) e não atrai o povo bem respeitado do mundo (1 Coríntios 1:26-31). A tentação está em arrumar nossos próprios métodos para ‘atingir os perdidos’ e para a igreja crescer. Há igrejas que recorrem a alimento, atividades recreativas, divertimento, eventos sociais, aulas de Inglês, e muitas outras coisas para tentar atrair pessoas. Usando um suprimento constante de pães e peixes, há igrejas de hoje que buscam manter a própria multidão que Jesus permitiu que se fosse (João 6). É preciso fé real para confiar que a palavra de Deus sozinha é suficiente para chamar aqueles que Deus determinou salvar.

  • Corrigindo os desviados. O Senhor tem sido muito explícito sobre como devemos tratar os irmãos que andam desordenadamente. Primeiro, deverão ser admoestados (1 Tessalonicenses 5:14). Os irmãos precisam chamar a coragem para enfrentar aqueles que caem no pecado (Tiago 5:19-20; Gálatas 6:1; Mateus 18:15-17). Segundo, eles devem ser publicamente repreendidos e notados como infiéis (1 Timóteo 5:20; 2 Tessalonicenses 3:14-15; 1 Coríntios 5:4-5). Finalmente, outros irmãos têm que recusar associar-se com eles (Mateus 18:15-17, 1 Coríntios 5:9-13; 2 Tessalonicenses 3:14-15). Estes passos são desafiadores. A coisa mais fácil para uma igreja fazer é simplesmente pacificar e acomodar aqueles que são infiéis ao Senhor, permitindo que o grupo seja fermentado aos poucos pela influência corruptora do pecado tolerado (1 Coríntios 5:6-8). Os métodos de Deus podem parecer ásperos e intolerantes. Tememos que pessoas sejam afastadas. Elas podem não querer juntar-se a um grupo que tenha padrões tão estritos, assim como a disciplina de Deus, aplicada a Ananias e Safira, fez com que não cristãos se afastassem dos irmãos (Atos 5:13). Não gostamos de sentir-nos rejeitados, por isso precisamos de coragem para seguir as instruções do Senhor sobre a disciplina da igreja.

  • Discernindo a vontade de Deus. Na confusão religiosa de nossos dias, com doutrinas conflitantes por todo lado, para onde nos voltaremos para determinar o que o Senhor realmente quer? Muitos se fecham em si mesmos. Eles buscam a vontade de Deus consultando seus sentimentos, intuição ou experiências religiosas. Mas é impossível conhecer a vontade de Deus subjetivamente. O único modo de podermos saber os pensamentos de Deus é pela sua revelação (1 Coríntios 2:10-16). Outras pessoas se dirigem a chefes ou a organizações religiosas pensando que ali podem encontrar a vontade de Deus. Mas todo o ensinamento de homens precisa ser testado pela palavra de Deus (1 João 4:1-6; Mateus 7:15-20), uma vez que há muitos lobos vestidos de cordeiros. Alguns, como Asa, nem se preocupam em tentar encontrar o que o Senhor quer. Precisamos ativamente buscar a guia do Senhor, através de sua palavra, em todas as situações. Quando agimos e pensamos independentemente, acabamos fracassando.
A história de Asa é  trágica porque, depois de haver começado tão bem, ele terminou confiando em seus próprios planos e mal-tratando aqueles que tentaram ensinar-lhe o que o Senhor queria. Que possamos sempre confiar no Senhor em todas as situações.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Dê agora o seu melhor para Deus

Ec. 12:1 “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade antes que venham os dias maus e diga: não tenho prazer neles.”

Introdução

"Joãozinho era um garoto que tinha um saco de bolinhas de gude que ele gostava muito. Um dia quando ele encontrou sua amiga, a Mariazinha, ela lhe contou que havia ganhado um saco de balas, como Joãozinho gostava mais de balas do que de bolinhas de gude ele propôs a ela uma troca, que foi aceita. Mas quando ele chegou à sua casa viu algumas bolinhas das quais não poderia se desfazer, então ele pegou três de suas melhores bolinhas e as guardou embaixo de seu travesseiro, depois foi e trocou com a Mariazinha as outra bolinhas de gude pelas suas balas. Naquela noite o Joãozinho não conseguiu dormir, ele virava de um lado para o outro e pensava: “Será que ela não guardou as suas melhores balas também”.

Muitas vezes em nossas vidas agimos igualmente o Joãozinho, queremos receber o melhor, mas não damos o nosso melhor. Com Deus isso não é diferente, queremos receber dEle as melhores bênçãos, as melhores casas, os melhores carros, os melhores empregos. Mas, será que estamos dando o nosso melhor para Deus? Devemos dar o nosso melhor a Deus que é a nossa vida.

1.     Davi entregou o curso da sua vida a Deus. (Sl. 23:1)

Davi deu o seu melhor para Deus que foi a sua completa dedicação da sua vida a Deus. Davi nesse Salmo se compara a uma ovelha ao declarar que havia entregado a direção da sua vida a Deus. Sabemos que uma ovelha frequentemente se perde devido a sua despreocupação e Davi como havia sido pastor de ovelhas na sua mocidade sabia muito bem disso, ele sabia que as ovelhas se importam apenas com o que comem não sabendo aonde vão, preocupando-se apenas com a próxima moita de capim. Devemos nos submeter à vontade de Deus assim como fez Davi, não importando onde Ele nos leve, mesmo que para nós pareça que é um lugar ruim Deus conhece o que é melhor. (Sl. 23:4).

2.     Davi foi escolhido por Deus para ser o rei de Israel (Sm. 16: 1, 16)

Por causa da sua entrega total ao Senhor Davi foi escolhido para ser o rei de Israel antes de seus irmãos, que eram aparentemente melhores do que ele. Até Samuel se confundiu achando que seria ungido Eliabe o ungido. Mas Deus não escolhe por aparência, Deus escolhe aquele que se entrega a Ele.

3.     Um outro exemplo de entrega a Deus foi o de seu filho Jesus (Mc. 14:36)

Jesus desde a sua mocidade se entregou a Deus (Lc. 2:52). Em tudo foi tentado, mas jamais pecou (Hb. 4:15). Jesus é o maior exemplo de compromisso e entrega a Deus de toda a escritura, Ele dedicou sua vida a servir Deus, para que Ele pudesse cumprir a sua missão aqui na terra que era a de morrer pela humanidade.

4.     Por causa da sua entrega e dedicação, Jesus conseguiu vencer (Ap. 3:21)

Por causa da sua entrega à Deus, o seu compromisso em cumprir sua missão. Jesus conseguiu vencer o mundo e todas as lutas que vieram à sua frente. Por isso ele declarou que se sentou

5.     Quando nos dedicamos verdadeiramente a Deus, Ele nos abençoará.

Quando nos entregamos a Deus e dedicamos o nosso melhor a Ele, Ele com certeza nos dará o seu melhor. Devemos dedicar a nossa vida a servir Deus, dando a Ele o nosso melhor, a melhor adoração, a melhor pregação, o melhor servir, quando damos a Ele o nosso melhor Ele com sua justiça absoluta nos dará o Seu melhor. Devemos como Davi e Jesus fizeram entregar os nossos caminho a Deus, pois os caminhos dEle são mais altos que os nossos (Is. 55:9)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A INVEJA
Eclesiastes 4:4
 
INTRODUÇÃO
Fico imaginando os Invejosos escribas e fariseus da época de Jesus Cristo. O pensamento deles era: como um homem carpinteiro pode realizar todas essas maravilhas.  Fazer verdadeiras multidões o seguirem, mesmo que às vezes o motivo principal era alimento. Todavia ninguém podia se comparar em conhecimento e sabedoria de Deus do que Jesus Cristo.
Como Jesus nos deu exemplo de mansidão e domínio próprio.
Até no momento da crucificação, ele nos mostrou o quanto é necessário matar a nossa vontade a fim de fazer a vontade de Deus.

MATEUS 27 : 40 – 43

Irmãos, quantos de nós desceria da cruz e acabaria com todos que ali estavam zombando? Mas Jesus pelo contrário, disse ao Senhor: “Pai perdoa-lhes porque não sabem o que fazem!” Jesus é maravilhoso!
Bem, o que podemos compreender com relação ao exemplo de Jesus! Qual é o foco para agirmos de igual modo, com mansidão e domínio próprio!
É preciso exterminar a inveja das nossas vidas.
A INVEJA É COMO CÂNCER
A inveja é como um câncer, se você descobre no início, é mais fácil de lidar e tem grandes chances de exterminar, mas quando descoberto em fase avançada, é mais complicada a recuperação.
A inveja destrói este mundo, elimina nações, culturas, igrejas e até mesmo famílias inteiras. A inveja pode destruir você irmão querido. (Provérbios. 14:30).
Todos nós temos que lutar para eliminar este mal de nossas vidas, pois Jesus nos chamou para termos uma vida feliz, com paz e amor.
A inveja vem e destrói tudo isso irmãos. O objetivo dela é mostrar a cada dia que você pode ser melhor do que os outros que estão ao seu redor, que você pode ter uma vida melhor do que essa vida simples, que você pode ser isso, ou aquilo e tudo mais! Não limita a sua imaginação, não limita a sua vontade, você pode, você tem! E principalmente você pode provar para as pessoas que você “É”!
Mas Jesus veio e disse, que você deve considerar os irmãos superiores a você mesmo, se alguém lhe der um tapa no rosto, dê a outra face, se você quer alguma coisa, não pense neste mundo. Nós somos peregrinos nesta terra, e que todos os esforços sem limites que empregamos aqui neste mundo é como correr atrás do vento!
E sabe o que é pior: às vezes a inveja não estar em ter as coisas do próximo, mas sim no desejo do próximo invejar o que você tem. É incrível! Isso é horrível, não podemos pensar assim!

ECLESIASTES 4 : 4

DEUS SABE O QUE NECESSITAMOS (Ex: Eva, Caim)
Se Deus atendesse os nossos desejos, estaríamos perdidos, pois somos tão invejosos que queremos tudo a qualquer custo, e muitas vezes o fato de não ter algo nos leva a loucura de pensar que Deus não está conosco irmãos!
Mas ele está, e sabe o que nós realmente precisamos e não o que a nossa inveja pede, compreendem?
GÊNESIS 30:1 / TIAGO 4 : 1-3
Deus sabe o que necessitamos, é tão bonito, é maravilhoso, é a certeza que teremos o melhor.
Entretanto, é melhor para muitos, morrer do que te não ter, por exemplo, uma casa própria! E sabe o que acontece, a luta para se ter à casa própria é tamanha, que a pessoa literalmente se mata para conseguir! Compreendem!
Eu não estou querendo dizer que não é para esforçarmos por ter uma casa própria, uma faculdade, um carro ou qualquer sonho, apenas digo que se for da vontade de Deus, você terá, com lutas ou até mesmo sem lutas e com sacrifícios ou até mesmo sem sacrifícios.
Há pessoas que estão mortas para Deus, mortas para a família, mortas para tudo, porque? Estão correndo atrás do vento! Atrás daquilo que não tem valor e isso só faz aumentar a inveja.
INVEJA ASSOCIADA COM AS MURMURAÇÕES
Compreendi, que a origem das murmurações está na vaidade que temos. Nós murmuramos porque não conseguimos algo que esperávamos, nós murmuramos porque o nosso desejo de ter algo é maior do que à vontade de Deus de não nos conceder!
Toda a vez que murmuramos, estamos dizendo a Deus o seguinte: Eu faria melhor do que Deus! Ou Eu sei mais o que é melhor para mim do que Deus!
CONCLUSÃO
Largue tudo isso, as murmurações da vida nos traz o infeliz rótulo de ser uma pessoa amarga, dura, ou mesmo ansiosa e sempre descontente na vida.
Se você se purificar, verá que até a sua saúde irá melhorar, pois não imaginamos o tanto que a vaidade flagela e destrói o nosso corpo! O tanto que essa vaidade, o desejo de ter a qualquer custo, o desejo de ser e estar em uma posição a qualquer custo, nos corroi!
Deus nos prometeu vivermos vinda tranqüila, de paz, amor e alegria através do Senhor Jesus Cristo. Se nós depositamos a nossa esperança em Deus.
I TIMÓTEO 4:10

Deus abençoe a todos
Dc. Everton Ferreira

sábado, 3 de dezembro de 2011

Autor: 1, 2 e 3 João têm sido atribuídos, desde o início da igreja, ao apóstolo João, o qual também escreveu o Evangelho de João. O conteúdo, estilo e vocabulário parecem justificar a conclusão de que essas três epístolas foram dirigidas aos mesmos leitores que o Evangelho de João.
Quando foi escrito: O livro de 1 João foi provavelmente escrito entre 85-95 dC.

Propósito: O livro de 1 João parece ser um resumo que pressupõe o conhecimento dos leitores do evangelho escrito por João e oferece segurança para a sua fé em Cristo. A primeira epístola indica que os leitores foram confrontados com o erro do gnosticismo, o qual se tornou um problema mais grave no segundo século. Como uma filosofia da religião, o gnosticismo defendia que a matéria é má e o espírito é bom. A solução para a tensão entre os dois era o conhecimento, ou gnosis, através do qual o homem erguia-se do simples ao espiritual. Na mensagem do evangelho, isso levou a duas falsas teorias sobre a pessoa de Cristo, Docetismo – acerca do Jesus humano como um fantasma Jesus – e Cerintianismo – teoria que assegurava que Jesus tinha uma dupla personalidade, às vezes humana e às vezes divina. O objetivo fundamental de 1 João é estabelecer limites sobre o conteúdo da fé e dar aos crentes certeza da sua salvação.

Versículos-chave: 1 João 1:9: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.”
1 João 3:6: “Todo aquele que nele permanece não está no pecado. Todo aquele que está no pecado não o viu nem o conheceu.”
1 João 4:4: “Filhinhos, vocês são de Deus e os venceram, porque aquele que está em vocês é maior do que aquele que está no mundo.”
1 João 5:13: “Escrevi-lhes estas coisas, a vocês que crêem no nome do Filho de Deus, para que vocês saibam que têm a vida eterna.”
A palavra-chave é “conhecer”, com seus sinônimos, ocorrendo pelo menos 13 vezes no livro de 1 João.

Resumo: Falsos mestres espirituais foram um grande problema na igreja primitiva. Porque não havia um Novo Testamento completo ao qual os crentes podiam referir-se, muitas igrejas foram vítimas de pretendentes que ensinavam suas próprias ideias e elegiam-se como líderes. João escreveu esta carta para estabelecer a verdade sobre algumas questões importantes, especialmente acerca da identidade de Jesus Cristo.
Esta carta de João foi sobre os fundamentos da fé em Cristo, por isso ela ajudou seus leitores a refletirem honestamente sobre sua fé. Ela ajudou-lhes a responder à pergunta: Somos seguidores verdadeiros? João lhes disse que poderiam saber ao certo ao avaliarem suas ações. Se amassem uns aos outros, essa era uma evidência da presença de Deus em suas vidas. Entretanto, se estavam sempre discutindo e brigando, ou se eram egoístas e não cuidavam uns dos outros, então estavam demonstrando que, na verdade, não conheciam a Deus.
Isso não significa que tinham de ser perfeitos. De fato, João também reconhecia que crer envolvia admitir nossos pecados e pedir perdão a Deus. Depender de Deus para limpar-nos da culpa, assim como admitir nossos erros contra os outros e fazer as pazes, era uma outra parte importante de conhecer Deus.

Conexões: Uma das passagens mais citadas sobre o pecado é encontrada em 1 João 2:16. Nesta passagem, João descreve os três aspectos do pecado que relembram as primeiras e mais destrutivas tentações em toda a Escritura. O primeiro pecado – a desobediência de Eva – foi o resultado de seu rendimento às mesmas três tentações que encontramos em Gênesis 3:6: a cobiça da carne (“agradável ao paladar”), a cobiça dos olhos (“agradável as olhos”) e a ostentação dos bens (“desejável para obter discernimento”).

Aplicação Prática: O livro de 1 João é um livro de amor e alegria. Ele explica a comunhão que temos uns com os outros e com Jesus Cristo. Ele diferencia a felicidade, ou seja, alegria temporária e fugaz, com o gozo verdadeiro, o qual João nos diz como alcançar. Se tomarmos as palavras escritas por João e aplicarmo-las à nossa vida diária, o verdadeiro amor, compromisso, comunhão e alegria a que tanto almejamos serão nossos.
O apóstolo João conhecia Cristo muito bem. Ele nos diz que todos nós podemos ter essa relação íntima com Jesus Cristo. Temos o testemunho de homens que tiveram contato direto e pessoal com Ele. Os escritores dos Evangelhos apresentam um testemunho solidamente estruturado em realidade histórica. Agora, como isso se aplica às nossas vidas? Ele nos explica que Jesus veio aqui como o Filho de Deus para criar uma união conosco baseada em Sua graça, misericórdia, amor e aceitação. Tantas vezes as pessoas acham que Jesus está em algum lugar distante e não realmente se preocupa com nossas lutas diárias, problemas e preocupações. Entretanto, João está nos dizendo que Jesus está aqui conosco, tanto nas coisas simples e mundanas da nossa vida quanto nas partes complexas e difíceis também. João dá um testemunho, com base em suas experiências pessoais, de que Deus se fez carne e habitou entre os homens. Isso significa que Cristo veio aqui para viver conosco e ainda vive com a gente. Assim como Jesus andou na terra ao lado de João, assim também caminha todos os dias conosco. Precisamos aplicar essa verdade em nossas vidas e viver como se Jesus estivesse em pé bem próximo de nós a cada segundo do dia. Se colocarmos em prática essa verdade, Cristo vai adicionar santidade às nossas vidas, tornando-nos mais e mais como Ele.


Tenham um ótimo Sábado.
A Paz de Cristo!
Dc Everton Ferreira